segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
SANDRO BECKER
Chorar Por Amor (Melô da Gaia)
(Composição de Sandro Becker)
Quem é que não chora por amor?
Quem é que não teve uma ilusão?
Digo isso, porque aconteceu comigo.
Amei, não fui amado, me enganei.
Entra solidão que a casa é tua.
Arrasa com este homem sofredor.
Enquanto ela está feliz com outro.
Pouco a pouco está morrendo um coração.
Porque será?
É gaia! É gaia!
Que eu sofro assim?
É gaia! É gaia!
Ninguém na vida tem pena de mim.
Porque será?
É gaia! É gaia!
Que eu sofro assim?
É gaia! É gaia!
Ninguém na vida tem pena de mim.
Vou esperar
Até o final da vida.
Te espero querida
Não tenho ninguém.
Vou esperar
Até o final da vida.
Te espero querida
Não tenho ninguém.
Sobre Sandro Becker clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sandro_Becker_(cantor)
Para escutar “Chorar por amor”: clique aqui! Depois, clique no nome da música e, em seguida, no “play” do “gadget” da Rádio UOL – divirtam-se!
RAÚL SOLDI

La Espera.
Óleo sobre tela – 55 x 45 cm.
Autor: Raúl Soldi
Sobre Raúl Soldi clique no linque abaixo:
http://en.wikipedia.org/wiki/Ra%C3%BAl_Soldi
domingo, 6 de dezembro de 2009
GIUSEPPE MAZZINI (2)
Giuseppe Mazzini
Em
Deveres do Homem.
“Sem liberdade, não existe Moral, porque não existindo livre escolha entre o bem e o mal, entre a devoção ao progresso comum e o espírito de egoísmo, não existe responsabilidade.
Sem liberdade, não existe sociedade verdadeira, porque entre livres e escravos não pode existir associação, mas somente domínio de um sobre os outros.
A liberdade é sagrada como o indivíduo, cuja vida ela representa.
Onde não há liberdade, a vida é conduzida a uma pura função orgânica.
Deixando que sua liberdade seja violada, o homem trai a própria natureza e se rebela contra os decretos de Deus.
Não há liberdade onde uma casta, uma família, um homem assume o domínio sobre os outros, em virtude de um pretenso direito divino, em virtude de um privilégio derivado do nascimento, ou em virtude de riqueza”.
MAZZINI, Giuseppe. “Deveres do Homem”. Tradução de Antônio Piccarolo e Leonor de Aguiar. In. Pensadores Italianos. Prefácio de Adolfo Rava. Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre: W. M. Jackson Inc. Editores, 1950.
Disponível em:
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/mazzini.html
Sobre Mazzini clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Giuseppe_Mazzini
sábado, 5 de dezembro de 2009
VLADIMIR MAIAKOVSKI
E então, que quereis?...
(Vladimir Maiakovski)
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.
(1927)
MAIAKOVSKI, V. Maiakovski – Antologia Poética. Tradução: E. Carrera Guerra. São Paulo: Editora Max Limonard, 1987.
Disponível em:
http://blogdocafil.files.wordpress.com/2009/04/vladimir-maiakovski-poemas-doc-rev.doc
Sobre Maiakovski clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vladimir_Maiakovski
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
WILHELM DILTHEY
Wilhelm Dilthey
Em
Os Tipos de Concepção de Mundo.
“Das experiências mutáveis da vida emerge, para apreensão dirigida ao todo, o rosto da vida, cheio de contradições, ao mesmo tempo vitalidade e lei, razão e arbitrariedade, mostrando sempre aspectos novos e, embora talvez clara nos pormenores, inteiramente enigmática na totalidade”.
“Desde o primeiro olhar lançado a um morto é a morte inapreensível para a vida, e aqui radica, em primeiro lugar, a nossa posição frente ao mundo como perante algo de estranho e de terrível”.
“Toda a impressão forte revela ao homem a vida a partir de um lado peculiar; o mundo surge então a uma nova luz; com a repetição e a ligação de tais experiências, surgem as nossas disposições anímicas em face da vida”.
“A vida apresenta à poesia sempre novos aspectos.
A poesia mostra as possibilidades ilimitadas de ver, de valorizar e de criativamente configurar a vida.
O acontecimento transforma-se, pois, em símbolo, não de um pensamento, mas de uma conexão vislumbrada na vida – vislumbrada a partir da experiência vital do poeta”.
“Todos os fenômenos do universo são duais; vistos de uma vertente, na percepção externa, são dados como objetos sensíveis e, como tais, encontram-se num nexo físico enquanto, vistos por assim dizer a partir de dentro, trazem em si uma conexão vital, a qual se pode vivenciar no nosso próprio interior”.
DILTHEY, Wilhelm. Os Tipos de Concepção de Mundo. Tradutor: Artur Morão. Disponível em: http://www.lusosofia.net/textos/dilthey_tipos_de_concep_ao_do_mundo.pdf
Sobre Dilthey clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Dilthey
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
JUNG (4)
C. G. Jung
Em
O Eu e o Inconsciente.
“Uma vez que a natureza humana não é constituída apenas de pura luz, mas também de muita sombra, as revelações obtidas pela análise prática são às vezes penosas e tanto mais penosas (como é geralmente o caso) quanto mais se negligenciou, antes, o lado oposto.
Há pessoas que se abalam excessivamente com essa descoberta, esquecendo que não são as únicas a possuírem um lado sombrio.
Entregam-se a uma depressão exagerada e começam a duvidar de tudo em si mesmas, nada lhes parecendo correto.
Este é o motivo pelo qual excelentes analistas, cujas idéias são muito procedentes, nunca se resolvem a publicá-las, uma vez que o problema psíquico abordado se lhes afigura tão vasto, a ponto de julgarem impossível abarcá-los cientificamente.
Enquanto o otimismo de alguns torna-os presunçosas, o pessimismo de outros torna-os excessivamente tímidos e desanimados”.
“O homem possui uma faculdade muito valiosa para os propósitos coletivos, mas extremamente nociva para a individuação: sua tendência à imitação”.
“Não são poucas as pessoas que têm medo de admitir que o inconsciente pode ter, até certo ponto, “grandes” idéias”.
“O mundo dos espíritos não foi uma descoberta, como por exemplo a do fogo pela fricção, mas sim a experiência ou conscientização de uma realidade tão válida quanto a do mundo material”.
“A persona é um complicado sistema de relação entre a consciência individual e a sociedade; é uma espécie de máscara destinada, por um lado, a produzir um determinado efeito sobre os outros e por outro lado a ocultar a verdadeira natureza do indivíduo”.
JUNG, C. G. O Eu e o Inconsciente. Tradução de Dra. Dora Ferreira da Silva. 9ª. Ed. Petrópolis: Vozes, 1991.
Sobre Jung clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Gustav_Jung
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
JORGE VEIGA / RAUL MARQUES
BAILE DA PIEDADE
(Jorge Veiga / Raul Marques)
(Samba-choro gravado por Jorge Veiga em 1961)
Eu fui a um baile
Na Estação da Piedade.
Trouxe muitas novidades,
Coisas de admirar!
Te agüenta aí que eu vou contar!
Chegando lá,
Encontrei uma morena,
Oh! que pequena,
Fazendo um sinalzinho assim pra mim.
Eu disse logo:
"Isto é pra mim de colher!"
Fui chegando
Bem pra perto da morena
E fui logo perguntando:
"Garota, como é o teu nome?"
Ela me disse:
"Eu me chamo Mariana
E trabalho na cidade,
Na Rua Uruguaiana.
Não falto um dia na semana!"
Me deu a mão e saímos
Passeando,
E ela me conversando,
E eu com toda atenção.
Mas, de repente,
Formou uma arapuca,
Jogou-me uma sinuca:
"Qual a tua profissão?"
Que confusão!
Sem meditar, eu disse:
"Eu sou bacharelado.
Formei-me advogado
Pra viver do meu trabalho".
Meto a mão no bolso
Pra puxar o meu cartão.
Foi uma decepção:
Caiu um ás do meu baralho.
Ela manjou meu velho galho.
Deu um sorriso e disse:
"És quem eu procuro
Vejo um homem de futuro
Que me sabe compreender
Tenho um barraco
Lá no morro do Salgueiro.
Tu serás meu companheiro,
Parceiro do meu viver!"
Eternamente até morrer,
Mas que alegria, que prazer!
Sobre Jorge Veiga clique no linque abaixo:
http://www.dicionariompb.com.br/verbete.asp?nome=Jorge%20Veiga&tabela=T_FORM_A
Sobre Raul Marques clique no linque abaixo:
http://www.dicionariompb.com.br/verbete.asp?nome=Raul+Marques&tabela=T_FORM_A
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
JEAN-JACQUES ROUSSEAU (2)
Jean-Jacques Rousseau
Em
Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens.
“O que a reflexão nos ensina a esse propósito, a observação o confirma perfeitamente: o homem selvagem e o homem policiado diferem de tal modo, tanto no fundo do coração quanto nas suas inclinações, que aquilo que determinaria a felicidade de um reduziria o outro ao desespero.
O primeiro só almeja o repouso e a liberdade, só quer viver e permanecer na ociosidade e mesmo a ataraxia do estóico não se aproxima de sua profunda indiferença por qualquer outro objeto.
O cidadão, ao contrário, sempre ativo cansa-se, agita-se, atormenta-se sem cessar para encontrar ocupações ainda mais trabalhosas; trabalha até a morte, corre no seu encalço para colocar-se em situação de viver ou renunciar à vida para adquirir a imortalidade; corteja os grandes, que odeia, e os ricos, que despreza; nada poupa para obter a honra de servi-los; jacta-se orgulhosamente de sua própria baixeza e da proteção deles, e, orgulhoso de sua escravidão, refere-se com desprezo àqueles que não gozam a honra de partilhá-la.
Que espetáculo não seriam para um caraíba os trabalhos penosos e invejados de um ministro europeu!”
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social; Ensaio sobre a origem das línguas; Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens; Discurso sobre as ciências e as artes. Tradução de Lourdes Santos Machado. Introdução e notas de Paulo Arbousse Bastide e Lourival Gomes Machado. 3ª. Ed. São Paulo: Abril Cultura, 1978. (Os pensadores)
Sobre Rousseau clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseau
SALVADOR DALI (2)
Salvador Dali
Em
What’s My Line?
Sobre Salvador Dali clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dal%C3%AD
Sobre What’s My Line clique no linque abaixo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/What's_My_Line%3F

